Este blog tem a finalidade, de mostrar, acontecimentos de minha vida, lições que aprendi no dia a dia, valores que depositei no meu crescimento, falarei de amor, das perdas, quase sempre necessárias para o nosso adiantamento e também, não em ultimo lugar, mais em primeiro, falarei de Deus, da maneira como o concebo.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

DIARIO DO CANCER DE BOCA meu irmão

Pare de beber, pare de fumar,
ame-se, ame a vida, ame Deus




Vamos aprendendo que há pessoas, que brilham quando nós as encontramos, mas também existem as que estão completamente apagadas, não viremos as costas a elas, é o mínimo que Deus espera de Nós, temos que ficar ao lado dos fracos ,dos frágeis e até daqueles que nada doam de si, para elevá-los, porque são essas diferenças que nos engrandecem o espírito e dão sabor de vida, “sempre fica um pouco de perfume nas mãos de quem oferece flores”, é na dor que decidimos qual o caminho a tomar, se queremos ser, tristes e oprimidos, se queremos mostrar aos que sofrem, que lutar ainda é a melhor escolha, porque da luta vem a fé, e da fé vem esperança e da esperança, grande chance de alcançar a cura

MÃE

Foto: O mundo se abre para nós quando vivemos em um espaço de gratidão.
Cada dia é uma bênção, e a cada momento há muitas coisas pelas quais podemos ser gratos.

O mundo se abre para nós quando vivemos em um espaço de gratidão.
Estou tão ocupada tentando ser feliz, que não tenho tempo pra mais nada


Hoje e sexta felicidade de muitos, já não tenho sextas nem domingos, já posso inventar que hoje é domingo ou feriado, posso escolher se quero dia nublado ou dia de sol na minha alma, a velhice é um ter tudo e se sentir pleno do nada, Não se é triste nem alegre, apenas vive-se, posso brincar de ser criança com os meus netos ,ou ser sisuda , ninguém dirá nada, posso entrar no meio de atores de rua, dançar com eles e nem por isso me sentir ridícula, posso me sentar ao lado de um mendigo e passar horas conversando, e aprender muito com ele, sem me preocupar com o que os outros estão pensando, posso gemer o dia inteiro se eu quiser rsrs.... velhos gemem o tempo todo.
O mais bonito de tudo é poder dizer EU VIVI, não passei pela vida sem viver.

Antes de dormir, vamos refletir um pouco?
O GAROTO DAS MEIAS VERMELHAS
Ele era um garoto triste. Procurava estudar muito. Na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa.
Todos os outros meninos zombavam dele, por causa das suas meias vermelhas.
Um dia, o cercaram e lhe perguntaram porque ele só usava meias vermelhas. Ele falou, com simplicidade: “no ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo.
Colocou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei. Comecei a chorar. Disse que todo mundo iria rir de mim, por causa das meias vermelhas.
Mas ela disse que tinha um motivo muito forte para me colocar as meias vermelhas. Disse que se eu me perdesse, bastaria ela olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas, saberia que o filho era dela.”
“Ora”, disseram os garotos. “mas você não está num circo. Por que não tira essas meias vermelhas e as joga fora?”
O menino das meias vermelhas olhou para os próprios pés, talvez para disfarçar o olhar lacrimoso e explicou: “é que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim, em qualquer lugar em que eu esteja, ela vai me encontrar e me levará com ela.”
Muitas almas existem, na Terra, solitárias e tristes, chorando um amor que se foi. Colocam meias vermelhas, na expectativa de que alguém as identifique, em meio à multidão, e as leve para a intimidade do próprio coração.
São crianças, cujos pais as deixaram, um dia, em braços alheios, enquanto eles mesmos se lançaram à procura de tesouros, nem sempre reais.
Lesadas em sua afetividade, vivem cada dia à espera do retorno dos amores, ou de alguém que lhes chegue e as aconchegue.
Têm sede de carinho e fome de afeto. Trazem o olhar triste de quem se encontra sozinho e anseia por ternura.
São idosos recolhidos a lares e asilos, às dezenas. Ficam sentados em suas cadeiras, tomando sol, as pernas estendidas, aguardando que alguém identifique as meias vermelhas.
Aguardam gestos de carinho, atenções pequenas. Marcam no calendário, para não se perderem, a data da próxima visita, do aniversário, da festividade especial.
Aguardam...
São homens e mulheres que se levantam todos os dias, saem de casa, andam pelas ruas, sempre à espera de que alguém que partiu, retorne.
Que o filho que tomou o rumo do mundo e não mais escreveu, nem deu notícia alguma, volte ao lar.
São namorados, noivos, esposos que viram o outro sair de casa, um dia, e esperam o retorno.
Almas solitárias. Lesadas na afetividade. Carentes.
Pense nisso!
O amor, sem dúvida, é lei da vida. Ninguém no mundo pode medir a resistência de um coração quando abandonado por outro.
E nem pode aquilatar a qualidade das reações que virão daqueles que murcham aos poucos, na dor da afeição incompreendida.
Todos devemos respeito uns aos outros. Somos responsáveis pelos que cativamos ou nos confiam seus corações.
Se alguém estiver usando meias vermelhas, por nossa causa, pensemos se esse não é o momento de recompor o que se encontra destroçado, trabalhando a terra do nosso coração.
Pensemos nisso!